Archive for setembro, 2008

Começa nesta terça a Photokina 2008, feira internacional de tecnologia da imagem em Colônia, na Alemanha. Novidades em câmeras, lentes, impressoras e serviços, amadores ou profissionais, serão apresentadas por mais de 1,5 mil expositores de todo o mundo até o dia 28 de setembro.

Serão apresentadas funções de câmeras digitais como reconhecimento inteligente de fotos, recursos de GPS e altas resoluções, entre outras.

São esperados cerca de 160 mil visitantes de diversos países.

Em pesquisas que a imprensa dos EUA tem chamado de “opinião do resto do mundo”, o apoio a Obama é de 49%, e a McCain, de 12%. Em território estadunidense, no entanto, três pesquisas feitas desde o final da convenção republicana mostram McCain entre 1 e 4 pontos à frente, resultado dentro da margem de erro. Em outras duas, há empate numérico entre republicanos e democratas.
Ao que tudo indica, a convenção partidária fez bem à candidatura de John McCain, e as pesquisas agora mostram o republicano empatado com o candidato democrata à presidência nos Estados Unidos, Barack Obama. A crise econômica e a impopularidade do presidente George W. Bush tornam o ambiente político ruim para os republicanos, mas diretórios do partido em todo o país relatam uma onda de voluntários e doações nestes últimos dias.

Os estrangeiros, legais ou não, residentes no país apóiam a candidatura de Obama. Cerca de nove milhões de hispânicos podem votar nas próximas eleições presidenciais, e, em quatro estados onde o voto desta comunidade é crucial, os latinos demonstram inclinação ao Partido Democrata, ainda segundo as pesquisas divulgadas na última semana.

Em pesquisa, divulgada na segunda-feira (8) em conjunto pelo Washington Post e pela ABC News, Obama tem 1 por cento de vantagem entre os eleitores registrados, enquanto McCain está 2 pontos à frente entre pessoas que pretendem votar. Em ambos os casos, há empate por causa da margem de erro. Antes da convenção republicana, Obama tinha uma ligeira vantagem na maioria das pesquisas, embora em várias delas o empate técnico já aparecesse.

Segundo o grupo Nielsen Media Research, o discurso de McCain, durante a convenção do partido, foi assistido por 38,9 milhões de telespectadores, quebrando o recorde de audiência registrado na semana passada pelo rival democrata. “Obama tinha a bola e marcou na sua convenção, aí McCain pegou a bola e marcou. Então voltamos para onde estávamos: empate”, afirma Dane Strother, consultor democrata. “Esta corrida vai se resolver em algum condado obscuro de Ohio ou da Flórida, exatamente como sabíamos que seria”, prevê.

Segundo matérias publicadas no The New York Times da última semana, Mc Cain estaria tentando se distanciar de Bush durante a campanha, mostrando-se como “o candidato da mudança”. Em matéria de 4 de setembro último, intitulada “Partido no poder, correndo como se não estivesse”, Peter Baker analisa:

“Depois de assistir os dois conclaves políticos das duas últimas semanas, é fácil de confundir qual dos dois foi o encontro da oposição. Assim que o senador republicano John McCain aceitou a nomeação para candidato à presidente da república, ele e os seus apoiadores começaram a soar como insurgentes tentando derrubar o atual governo”.

O reflexo da impopularidade de Bush é tão grande que, pela primeira vez desde 1952, o partido que detém a Casa Branca não nomeou o presidente ou o vice como candidato. A escolha por McCain para concorrer foi por “alguém sem grande interesse de aparecer como apoiador do governo, justo em um momento em que o partido entende ser difícil defender o que aconteceu nos últimos oito anos de governo Bush”, diz a matéria de Baker.

Ainda segundo o Times, assim que a imagem de George Bush desvaneceu da tela depois de seu discurso gravado e apresentado durante a convenção republicana, nenhuma das pessoas que falou depois mencionou o nome do atual presidente. Uma contagem feita por computador pelo jornal mostrou que o nome de Bush apareceu 12 vezes mais durante falas da convenção democrata.

Em breve discurso de aceitação como candidato, McCain agradeceu “o presidente”, sem indicar seu nome, por conduzir o país “naqueles dias negros” e para “manter-nos seguros de outro ataque”. Referindo-se aos ataques de 11 de setembro, o candidato não fez qualquer referência a Bush, e creditou “as vitórias” militares “à liderança de um brilhante general, David Petraeus”.

Enquanto isso, “no resto do mundo”, Obama é o preferido pela população de 22 países. Segundo pesquisa realizada pelo instituto GlobeScan e divulgada pela emissora pública britânica BBC no dia 3 de setembro, 46% da população mundial acredita que o mundo será melhor se o candidato democrata vencer as eleições. A preferência por Obama aparece em todos os 22 países pesquisados.

Obama passou o mês de julho em uma grande viagem pela Europa e pelo Oriente Médio, que incluiu um discurso para 200 mil pessoas em Berlim. Para 46% dos consultados, as relações dos EUA com o mundo podem melhorar se Obama assumir. Se McCain ganhar, apenas 20% acreditam que haverá avanços nas relações. A vantagem de Obama varia de 9% na Índia a 82% no Quênia, onde o democrata tem família. Foram entrevistadas 22.500 pessoas.

A aprovação geral do atual governo estadunidense também é baixa. Em pesquisa divulgada neste ano também pela BBC, os números apontam que 49% das pessoas entrevistadas tinham uma visão negativa da influência do país no mundo, e apenas 32% avaliaram a nação positivamente. Nas eleições de 2008, os mais entusiasmados com o impacto de um possível mandato de Obama são justamente os aliados do país na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) – Canadá, França, Alemanha, Reino Unido e Itália. Além deles, Austrália, Nigéria e Quênia também estão com Obama.

Na avaliação geral, segundo 46% dos entrevistados, um presidente estadunidense negro “mudaria fundamentalmente” a percepção deles sobre o país. Para 27%, isso não se alteraria. “Um grande número de pessoas pelo mundo claramente gosta do que Barack Obama representa”, avalia Doug Miller, presidente da GlobeScan.

No entanto, a popularidade internacional não garante sucesso em nada. Uma pesquisa parecida da mesma BBC noticiada em 2004 mostrava que a maioria da população mundial preferia John Kerry, porém o democrata perdeu as eleições presidenciais para George Bush.

Caso: ABIN, presidente do STF e imprensa

Ao ver todos os tipos de impressa na última segunda-feira me deparei com apenas um noticia em manchete: O caso do grampo telefônico do gabinete do ministro do STJ, mas porque do alarme? não entendi… Porque a revolta se espalhou em todos os setores politicos do governo? deputados, senadores, governadores e etc, condenando a ABIN, orgão por sinal que até então não conhecia, nem nunca tinha ouvido falar… pois bem, mas o que me intrigou foi, porque tanta preocupação dos poderes publicos do país? será que tem muita coisa resolvida por telefone que não são legais e ainda não sabemos? então pensei em me questionar… porque nós como eleitores não podemos ter acesso as informações e decisões dos candidatos que escolhemos? deveria sim ter um grampo telefonico em cada gabinete publico onde o meu, o seu, o nosso dinheiro estivesse sendo usado, assim saberiamos exatamente os que decidem.
Observem que não estou pedindo nada anti-constitucional, estou pedindo para saber o que o poder publico brasileiro faz por traz de tanto escandalo, talvés dessa forma os politicos desse pais percebam que o povo realmente está de olho, pois até hoje, eu vi meu dinheiro pago em impostos ser roubado, com vários casos de dolar na cueca, mensalão, mensalinho e etc…

Eu proponho que a população também possa saber o que o politicos que elegemos tambem falam por telefone! radical da minha parte? acho que não, estou apenas cansado de esperar uma justiça lenta e que não anda muito bem das pernas…

A maior parte das pessoas tem um ponto do corpo em que sente mais cócegas. Para alguns, é na planta dos pés, para outros é atrás do pescoço e alguns tem bastante sensibilidade na região das costelas. Rir quando alguém nos faz cócegas é um reflexo natural. Cientistas descobriram que a sensação que temos quando nos fazem cócegas é de pânico e é uma espécie de defesa natural.

Essa sensação nos coloca em estado de pânico e desencadeia uma reação de riso incontrolável se uma pessoa estiver nos fazendo cócegas. O momento que você menos espera as cócegas é aquele que vai fazer você se sentir extremamente aflito e em pânico, levando a uma intensa sensação de cócegas. Mesmo que você saiba que alguém vai lhe fazer cócegas, o medo e a aflição fazem com que você ria.

Pesquisadores do Instituto Karolinska de Estocolmo na Suécia descobriram que a situação de antecipação das cócegas ativava as mesmas área que as cócegas reais. As áreas que se mostraram mais ativas foram o córtex sensorial primário e secundário, indicando que o cérebro é capaz de prever que tipo de sensação irá surgir

Então, se o toque de uma pessoa pode nos dar cócegas, por que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos? Pesquisas mostraram que o cérebro é treinado para saber o que sentir quando a pessoa se move ou realiza uma atividade. Não nos damos conta de muitas das sensações geradas por nossos movimentos. Por exemplo, com certeza você não presta muita atenção nas suas cordas vocais quando está falando. Também não notamos os sapatos roçando nos pés a cada passo, nem a língua mexendo dentro da boca quando falamos. Pelo mesmo motivo é que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Se tivermos a intenção de nos fazermos cócegas, nosso cérebro antecipa esse contato e se prepara. Eliminando a sensação de desconforto e pânico, o corpo deixa de responder da mesma forma que responderia se uma outra pessoa ameaçasse nos fazer cócegas.

Especialistas do cérebro da University College of London (em inglês) fizeram um estudo cujos resultados sugeriram que o cerebelo é a parte do cérebro que impede que façamos cócegas em nós mesmos. O cerebelo é a região localizada na base do cérebro e é responsável por controlar nossos movimentos. Ele é capaz de distinguir sensações previsíveis das imprevisíveis. Uma sensação previsível seria a quantidade de pressão que seus dedos aplicam no teclado ao digitar. Uma sensação imprevisível seria alguém aparecer de repente atrás de você e cutucar seu ombro.


Um dentista israelense irritado quebrou a golpes de martelo os dentes de um paciente com quem discutiu em seu consultório, informou nesta terça-feira a polícia local.
Um homem foi no consultório do dentista, cuja identidade não foi revelada, para pedir as radiografias do filho de um amigo.

O dentista se negou a dar os exames e os dois começaram a brigar. Irritado, o odontólogo pegou um martelo e começou a quebrar os dentes do outro israelense.

O agressor foi preso, enquanto a vítima foi levada para ser atentida por outro profissional.

Fonte: AFP

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